A visita à Bosideng cobriu todo o arco: o museu corporativo, que traça a transformação da marca de uma pequena fábrica numa potência global do vestuário em penas; o piso de produção, onde o corte robotizado e a costura automatizada produzem vestuário em penas em escala; e uma sessão de perguntas e respostas com o CIO, que revelou a arquitetura de dados por detrás da iteração do design e da reposição no retalho.
A Bosideng recorre a máquinas de corte robotizado, sistemas de transporte e costura automatizada para reforçar a eficiência e a qualidade. A empresa patenteou técnicas especializadas de enchimento e acolchoado de precisão, permitindo-lhe encher os casacos com penas segundo especificações exatas.
O CIO partilhou de que forma a empresa utiliza a análise de dados para iterar os designs dos produtos anualmente e otimizar a gestão de inventário das lojas de retalho. Sublinhou o branding como elemento central do sucesso global da Bosideng — desenvolvido através de lojas de retalho emblemáticas, colaborações com designers e patrocínios de eventos de moda.

